CEO Sthefano Cruvinel alerta: tempo excessivo diante das telas expõe o brasileiro a riscos digitais silenciosos

Certo dia, durante meus exercícios na academia, parei para observar a quantidade de pessoas que faziam o uso do celular durante o tempo que deveria ser dedicado a atividades físicas. Logo imaginei: a academia é um dos poucos lugares da rotina diária em que as pessoas poderiam aproveitar para dar uma pausa no uso do smartphone. Além de exercitar o corpo, descansa a mente. Certo? Aí é que está a questão. O celular se tornou parte nossa. Somos metade corpo, metade tela. Não fazemos mais nada sem levar nosso aparelho.

E faço aqui um mea culpa. Enquanto reparava os usuários na academia, eu lembrava que também havia levado meu iPhone. Pois é, somos "escravos" da tecnologia. O fato, no entanto, serviu como um insight para um novo artigo. Fui em busca de informações e descobri a justificativa para a cena que havia reparado durante a minha rotina na academia. Fiquei então ainda mais impressionado!

O brasileiro fica mais tempo na frente das telas do que dormindo. É a segunda população no mundo no uso excessivo do celular e outros dispositivos eletrônicos. De acordo com dados do site Data Reportal, cada brasileiro gasta 9 horas e 32 minutos por dia, em média. Só perdemos para os sul-africanos, que passam, em média, 9 horas e 38 minutos conectados à internet no acumulado do dia.

 

Fonte: Jornal Migalhas

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