A marca posiciona o Brasil atrás apenas da África do Sul, cuja média diária é de 9h38, e revela um cenário de intensa digitalização, com impactos diretos na saúde mental, produtividade e vida social da população. Brasil entre os países mais conectados O estudo mostra que o tempo conectado no Brasil representa aproximadamente 57% do período em que a população está acordada. O país supera potências como Estados Unidos, China e Índia: Japão: 3h45 diárias — menos de um terço da média brasileira; Índia: 6h23;China: 5h25; Estados Unidos: 6h59.
O dado contrasta com o acesso à tecnologia: embora o Japão seja um dos países mais desenvolvidos tecnologicamente, apresenta uma das menores médias de tempo de tela. Isso sugere que o uso excessivo de dispositivos não está necessariamente ligado ao nível de desenvolvimento digital, mas sim a fatores culturais, sociais e comportamentais. Redes sociais e streaming: os principais vetores Além do tempo geral de exposição, o Brasil também ocupa posições de destaque no uso de mídias sociais. Cada brasileiro acessa, em média, 8,4 plataformas diferentes por mês, ficando atrás apenas da Índia, com 8,7. WhatsApp, Instagram e Facebook lideram o ranking das redes mais utilizadas no país.
Cerca de 4 das 9 horas diárias de tela são dedicadas exclusivamente às redes sociais, e 64% dos usuários de smartphone no Brasil afirmam assinar pelo menos um serviço de streaming. A tendência é de crescimento. A popularização da inteligência artificial, aliada à
produção automatizada de conteúdo, pode tornar ainda mais difícil limitar o tempo de exposição, ampliando o apelo das plataformas digitais com recursos cada vez mais personalizados e envolventes.
Fonte: Jornal Aqui
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