A maior diferença entre esses dois tipos de empresas está em seus objetivos principais. As pequenas empresas são impulsionadas por imagens de lucratividade e valor estável a longo prazo, enquanto as startups se concentram em receitas de financiamento e potencial de crescimento.

Uma empresa tradicional tem propriedade e operações mais voltadas para o lucro imediato e sua consolidação, ou seja, se sustentar sem depender tanto de investimentos externos. Por isso, seu crescimento orgânico costuma ser mais lento que o de uma startup; e suas margens de lucro são mais limitadas.

Uma startup se concentra mais em oportunidades para atender rapidamente à demanda do mercado; além de apostar em sua ideia central como diferencial inovador para o contexto. As empresas tradicionais focam mais na sobrevivência do negócio, fluxo de tráfego estruturado e planejamento de longo prazo.

Exemplos de Startups no Brasil

No Brasil existem muitas startups que estão inovando em seus respectivos setores e contribuindo para o cenário empreendedor do país, entre elas podemos citar: Nubank, iFood, 99, Gympass, IBBX, e muitas outras

A startup brasileira IBBX fez uma tecnologia capaz de captar ondas eletromagnéticas perdidas no ar e convertê-las em energia elétrica. Formada por Luis Fernando Destro e William Aloise, juntos venceram o prêmio Vallourec Open Brasil, concurso que reúne startups de todo o país e que é organizado pela Vallourec, uma empresa internacional do setor siderúrgico.

No ano seguinte, a sequência continuou a vencer o concurso Startups do Futuro, promovido pela Wylinka, organização não governamental de apoio à inovação científica e tecnológica, e pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

A tecnologia desenvolvida pela IBBX é chamada de colheita de energia e pode ser aplicada a vários produtos. Essencialmente, o dispositivo sintoniza ondas de baixa frequência – geradas por televisores, rádios, satélites, fornos de micro-ondas e similares – e as capta e armazena no circuito do tanque. Em seguida, é convertido em corrente elétrica, que é finalmente transferida para a bateria.

O IBBX atende 45 instituições de diversos setores e conta com uma equipe de 60 colaboradores encarregados de dar forma a todas as ideias inovadoras possíveis. A equipe de colaboradores contou com 11 alunos e/ou instrutores do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI).

Fonte: Portal da Indústria

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